Departamento de Água e Esgoto de Marília

Trat. De Esgoto


O PROCESSO DE TRATAMENTO DE ESGOTO:

1. GRADEAMENTO

O processo de tratamento de esgoto nas ETE´s dos três Subsistemas, começa com um pré-tratamento do esgoto bruto por meio de gradeamento, quando são retirados os sólidos grosseiros dos esgotos e em seguida é realizada a medição da vazão através de uma calha Parshall.

2. CAIXAS DE AREIA

Após passar pela calha o esgoto segue para duas caixas de areia onde ocorre a sedimentação da mesma que é conduzida através de raspadores de fundo para parafusos sem fim que a removem das caixas e a depositam em caçambas para disposição final.

3. CAIXA DE PARTIÇÃO DE VAZÃO

Deste ponto o esgoto é encaminhado a uma caixa de partição de vazão que o distribui para duas lagoas aeradas que têm o fundo executado em solo e as laterais são taludes revestidos parcialmente por concreto. A seguir o esgoto é encaminhado para quatro lagoas aeradas.

4. LAGOAS AERADAS

Nas lagoas aeradas, o esgoto recebe oxigênio artificialmente por sopradores o que manterá a concentração de OD (Oxigênio Dissolvido) apropriada em toda a massa líquida para que os microrganismos aeróbios ali existentes possam, além de se reproduzir, degradar a matéria orgânica existente no esgoto. O esgoto segue agora para quatro lagoas de decantação.

Legenda

1 - Gradeamento

2 - Caixas de Areia

3 - Caixa de Partição de Vazão

4 - Lagoas Aeradas

5 - Lagoas de Decantação

6 - Escada Hidráulica

* Calha Parshall

5. LAGOAS DE DECANTAÇÃO

Nas lagoas de decantação ocorre a sedimentação do lodo da massa líquida e o efluente tratado, passa por outra calha Parshall. Após a estabilização do lodo nestas lagoas, o que ocorre em quatro ou cinco anos, inicia-se a sua remoção para desaguamento que poderá ser realizada em Leitos de Secagem Modificados ou em Decanters Centrífugos e posterior disposição final do material inertizado.

6. ESCADA HIDRÁULICA

Após a medição na calha Parshall o esgoto tratado é finalmente encaminhado a uma escada hidráulica que tem a finalidade de aumentar o oxigênio dissolvido melhorando a qualidade da água e, a seguir, lançado no corpo receptor.

* CALHA PARSHALL

As duas calhas "Parshall" têm a finalidade de medir a vazão de entrada do esgoto bruto e a vazão de saída do esgoto tratado a fim de detectar eventuais diferenças.

SUBSISTEMA BARBOSA:

1. Comprimento de Emissários: 26.450,62 m

2. Quantidade de elevatórias: 3

3. Resumo da ETE:

ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO

Q Média

Q Máx. Horária

População

(Projetada 2025)

l/s

m³/dia

l/s

231,2

19.976

416,2

85.277

LAGOAS AERADAS

Unid.

Vol. Máx. (m³)

Dimensões (m)

Superfície

Fundo

Profundidade

1

48.451

145,00 x 98,00

120,00 x 70,50

5,00

2

48.451

145,00 x 98,00

120,00 x 70,50

5,00

Soma

96.902

 

 

 

LAGOAS DECANTAÇÃO

Unid.

Vol. Máx. (m³)

Dimensões (m)

Superfície

Fundo

Profundidade

1

9.078

145,00 x 30,00

120,00 x 5,00

5,00

2

9.078

145,00 x 30,00

120,00 x 5,00

5,00

3

9.078

145,00 x 30,00

120,00 x 5,00

5,00

4

9.078

145,00 x 30,00

120,00 x 5,00

5,00

Soma

36.312

 

 

 

SUBSISTEMA POMBO:

1. Comprimento de Emissários: 19.788,78 m

2. Quantidade de elevatórias: 0

3. Resumo da ETE:

ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO

Q Média

Q Máx. Horária

População

(Projetada 2025)

l/s

m³/dia

l/s

116,2

10.042

209,2

47.015

LAGOAS AERADAS

Unid.

Vol. Máx. (m³)

Dimensões (m)

Superfície

Fundo

Profundidade

1

24.600

a definir

a definir

a definir

2

24.600

a definir

a definir

a definir

Soma

49.200

 

 

 

LAGOAS DECANTAÇÃO

Unid.

Vol. Máx. (m³)

Dimensões (m)

Superfície

Fundo

Profundidade

1

4.846

a definir

a definir

a definir

2

4.846

a definir

a definir

a definir

3

4.846

a definir

a definir

a definir

4

4.846

a definir

a definir

a definir

Soma

19.384

 

 

 

SUBSISTEMA PALMITAL:

1. Comprimento de Emissários: 26.889,51 m

2. Quantidade de elevatórias: 6

3. Resumo da ETE:

ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO

Q Média

Q Máx. Horária

População

(Projetada 2025)

l/s

m³/dia

l/s

270,90

23.407

487,60

91.208

LAGOAS AERADAS

Unid.

Vol. Máx. (m³)

Dimensões (m)

Superfície

Fundo

Profundidade

1

57.500

a definir

a definir

a definir

2

57.500

a definir

a definir

a definir

Soma

115.000

 

 

 

LAGOAS DECANTAÇÃO

Unid.

Vol. Máx. (m³)

Dimensões (m)

Superfície

Fundo

Profundidade

1

10.941

a definir

a definir

a definir

2

10.941

a definir

a definir

a definir

3

10.941

a definir

a definir

a definir

4

10.941

a definir

a definir

a definir

Soma

43.764

 

 

 

RESUMO DOS TRÊS SUBSISTEMAS:

EMISSÁRIOS

Subsistemas

Comprimento de Emissários (m)

Ferro Fundido

PVC

Concreto

Total

Barbosa

20.317,55

6.133,07

0,00

26.450,62

Pombo

8.342,19

11.446,59

0,00

19.788,78

Palmital

16.006,85

10.210,70

671,96

26.889,51

Soma

44.666,59

27.790,36

671,96

73.128,91

ESTACÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTO

Subsistemas

Q Média

Q Máx Horária

População (Projetada 2005)

l/s

m³/dia

l/s

Barbosa

231,20

19.976

416,20

85.277

Pombo

116,20

10.042

209,20

47.015

Palmital

270,90

23.407

487,60

91.208

Soma

618,30

53.425

1113,00

223.500

ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS

Subsistemas

Qtde de Elevatórias

Barbosa

3,00

Pombo

0,00

Palmital

6,00

Soma

9,00

ESQUEMA SEM TRATAMENTO

Legenda

Esgoto ''in natura''

Rede Coletora

PV - Poço de Visita

ESQUEMA SEM ESTAÇÃO ELEVATÓRIA

Legenda

Esgoto ''in natura''

Rede Coletora

Emissário por Gravidade, conduto livre

Emissário por Gravidade, conduto forçado

PV - Poço de Visita

ESQUEMA COM ESTAÇÃO ELEVATÓRIA

Legenda

Rede Coletora

Emissário por Gravidade, conduto livre

Emissário por Gravidade, conduto forçado

Emissário por Recalque, conduto forçado

Estação Elevatória

PV - Poço de Visita


Marília, Segunda-Feira, 18 de Dezembro de 2017